O PODER
DA PALAVRA

Do Mundo das Línguas para o Universo da Psicanálise.

Foi no caminho entre salas de aulas, traduções de inglês e o divã que Sandra Almeida descobriu o dom de curar por meio da escuta e do diálogo qualificados e inspirados.

O português correto diz: “Eu sou”. Sujeito singular; verbo no singular. Mas quem aprendeu com Sócrates, quem se conhece a si mesmo, sabe que a alma não coincide com a gramática. A alma diz: “Eu somos”. E diz bem. Pergunto-me: “Qual dos muitos ‘eus’ eu sou?”

Essa inspirada fala de Rubem Alves traduz um movimento universal pela busca de uma essência que, em suma, é quase uma dor.

“Minha missão é escutar a dor do outro possibilitando a compreensão do seu desejo e de si próprio para promover um viver mais consciente no caminho em busca da sua essência”.

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